ABM 3 atua para promoção do conhecimento

Crédito: Cristina Dourado

Marcada por uma história de lutas, a Associação de Biomédicos da 3ª Região (ABM 3), responsável pela realização do 3º CBCO, juntamente com o CRBM-3, quer estender eventos para MG, MT e TO e fomentar meios para ampliar a aprendizagem e o aperfeiçoamento profissional

Com uma programação de palestras e minicursos versátil e atual sobre a Biomedicina, mercado de trabalho e empreendedorismo, a Associação de Biomédicos da 3ª Região (ABM-3), em parceria com o Conselho Regional de Biomedicina da 3ª Região (CRBM-3), promove a terceira edição do Congresso de Biomedicina do Centro-Oeste – 3º CBCO, em Brasília, de 24 a 26 de outubro deste ano.

Para Renato Pedreiro Miguel, que preside a entidade, os congressos são sempre uma oportunidade interessante de se atualizar, especialmente numa área onde as habilitações são as mais diversas. “O caráter multidisciplinar inerente à Biomedicina exige de nós, biomédicos, um constante aperfeiçoamento e a busca pela informação mais atual como forma de fomentar o debate e a luta para fortalecimento da saúde brasileira, da qual somos guardiões”, completa.

A ABM 3 trabalha, juntamente com sua diretoria e associados, para a promoção do conhecimento por meio de cursos, congressos e eventos diversos. Dessa forma, colabora na valorização profissional e na promoção do mercado de trabalho.  Em breve, a direção da entidade almeja promover eventos também nos estados do Tocantins e do Mato Grosso. Para novembro já está confirmada a realização do 3º Congresso Mineiro de Biomedicina, em Belo Horizonte.

Responsável pela promoção de eventos científicos na terceira jurisdição – GO, TO, MT, MG e DF, a ABM 3 atua em conjunto com a Associação Brasileira de Biomedicina (ABBM) como forma de fortalecer a atuação das entidades nacional e regionais, respectivamente, em todo o País. “A coligação é sempre mais efetiva”, reforça Renato Pedreiro Miguel.

História de consolidação

A ABM3 vem se fortalecendo cada vez mais. Inaugurada em 1979 com o nome de Associação de Biomédicos do Estado de Goiás (Abego), a entidade cresceu, ampliou o alcance e também a quantidade de associados. Naquela época, a luta era pela manutenção do curso de Biomedicina e da profissão biomédica, visto que algumas categorias trabalhavam pela extinção.

“A Associação desempenhou um papel importante para garantir o direito de exercício das análises clínicas-laboratoriais sem restrição aos profissionais biomédicos, pois a Lei nº 7.135, de 26 de outubro de 1983, limitava o exercício apenas aos biomédicos diplomados que tivessem ingressado no curso de Biomedicina até julho daquele ano”, lembra um de seus primeiros presidentes, Sérgio Antônio Machado.

Hoje, a realidade é bem diferente. A Biomedicina está cada vez mais consolidada e os números demonstram isso. Segundo dados do Conselho Federal de Biomedicina, referentes a 2018, há no Brasil: 100 mil biomédicos professores e pesquisadores, 70 mil profissionais inscritos nos Conselhos Regionais; 19 mil alunos em formação distribuídos em 419 cursos de graduação e 238 escolas de Biomedicina. As legislações vigentes garantem aos biomédicos a atuação em 28 habilitações com possibilidade de ampliação destas áreas. “Nosso trabalho será sempre pelo engrandecimento desta profissão”, garante Renato Pedreiro Miguel.

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